Diante de mim tenho um espelho
Que reflecte algo que desconheço.
Por que razão já não me reconheço?
“Fecha os olhos!” É o melhor conselho.
“Vê!” Não vejo. Não quero ver
Não é preciso ver para mostrar
O genuíno sentimento de amar
Tudo ou nada que nos faz viver
“Grita!” Não posso gritar
Algo que não se queira ouvir,
Mesmo que seja forte o sentir,
Tudo ou nada devo guardar
Não resisto….as pálpebras lentamente se despertam
Olho. Apercebo-me do que me faz falta
Um novo ritmo descrito numa pauta
Composto por simples sons que em mim se manifestam
Grito! Declaro a minha palavra
Amote! Mas a quem?
A mim, tu já não és ninguém
Se não uma mera doença que o meu coração trava
Componho a minha música
Regendo a minha orquestra desafinada
Ao qual me está destinada
Que me faz avançar para além da física
By: Ricardo.o
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Olá, passei por aqui e gostei do que eu li, embora os textos sejam um pouco tristes.
ResponderEliminarGostei muito dos poemas.
bj
Maria Lúcia
epa mas isto é algum consultório psiquiátrico??
ResponderEliminarmas ta nice
Abraço
Jonathan