sexta-feira, 1 de março de 2013

pokerstars

Pokerstars, o sitio ideal para jogar poker . os home games vieram a permitir a junção de um grupo de amigos na mesma mesa a jogar não apenas por dinheiro, mas por emoção.. segurar um par de ases contra um amigo "rival" , blufar o river com 72 entre muitas jogadas feitas nesses home games com amigos foram . momentos muito engraçados e divertidos. Através dos home games foi possível evoluir o meu jogo, bem como melhorar e ajudar amigos a aprender este fantástico jogo que diariamente mexe com milhares de pessoas a volta do mundo, todos unidos pelo amor às cartas. sentir o poker como um desporto , e a pokerstars tentra promover o poker como um desporto e não apenas como um jogo, o que torna todos os dias em que jogo na pokerstars os meus melhores momentos .

para as pessoas que não estão muito por dentro; o que é a pokerstars?

Lançado em setembro de 2001, PokerStars é hoje o site de jogos de poker on-line com o maior número de pessoas cadastradas, cerca de 60 milhões em todo o mundo.
Nele estão disponíveis jogos à Real Money (dinheiro real) e Play Money (dinheiro fictício), em diversas modalidades de poker como Texas Hold'emOmahaStudRazzHorseFive-card-drawSeven Card Stud e suas variantes. Em 30 de dezembro de 2007, o site entrou para o livro dos recordes pelo maior número de pessoas jogando pôquer on-line simultâneamente, 151.758 pessoas. Também é do PokerStars o recorde de maior quantidade de jogadores em um mesmo torneio, 149.196 jogadores. Hoje em horários de pico chega a mais de 300 mil pessoas logadas simultaneamente. Até março de 2007 haviam sido jogadas no site mais de 9 bilhões de mãos, Em março de 2012 este número ultrapassou 77 bilhões e mais de 400 milhões de torneios jogados. Possui o famoso Sunday Million que acontece todo domingo e tem sua premiação garantida de 1 Milhão de dólares. O PokerStars é sediado na Ilha de Man, e licenciado pela Isle of Man Gambling Supervision Commission e na Itália pela Amministrazione Autonoma dei Monopoli di Stato (AAMS

terça-feira, 4 de maio de 2010

um simples olhar, no limiar de uma infinidade

Intercepta-se um simples olhar,
No limiar de uma infinidade.
A simplicidade gera a complexidade
No cálculo de uma equação de beleza similar.
De onde provém essa beleza,
Que me sustem e me prende?
Será a sua cor? Ou será o brilho que ascende
E se propaga levando toda a tristeza?
O teu olhar transmite-me um calor,
Que de tão longe, se sente ao perto.
Ontem e hoje, o mesmo aperto
De amanhã, guardado no meu interior…
E lá permanece, em ênfase
Preso a um vácuo de escuridão
Onde a esperança reside na sua iluminação
De um sonho em êxtase.
E sinto, mas não sei o que sinto
Não distingo o real do surreal
Sentirás o mesmo de forma igual?
És a incógnita no meio de um labirinto.
Procuro um caminho para te encontrar
Nesse percurso intricado desnorteante.
Perco-me. Reparo em algo cintilante
Que me guia e me leva até a ti. O teu olhar…

G* $`


By : Ricardo.O

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Sempre

Cego sou, de tanto ver e nada acreditar
Se não que a essência do meu olhar é obscura,
Análoga a quem respira o ar
De forma tão instintiva como quem procura,
Aquilo que não se pode encontrar…
Algo que para sempre perdura.
Ontem, hoje, amanhã é minha definição
Dessa palavra com começo, mas sem fim.
Sou uma fonte seca. Nem o beirão
Me sacia a sede, insaciável por mero xelim.
Não me enchas o bolsão
Com o que eu não quero!
Ensaio novos ritmos, o bolero
Mas de que vale? Nada é eterno
Nem mesmo o que preservo neste caderno.
Voa-me tudo o que tenho
Só não tem asas o que não desejo.
A dor de presenciar o cortejo
De uma ida sem volta…como é estranho
Esta dor que teima em não estagnar
, que vicio este de amar
O começo do que acabou
Ou o fim do que começou?

By: Ricardo.o

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nada acaba, apenas se transforma

Obrigado por tudo o que fizeste por nós, eras a líder na nossa família, e continuas a sê-lo lá em cima ao pé do nosso outro anjinho ** Estão longe, mas perto :3
Descansa em paz Avó …

“Nada acaba, apenas se transforma”

By: Ricardo.o

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

ciclo vicioso

Ciclo vicioso a quem chamo natureza
Tudo pensa, mas nada faz
Se não erguer-me com a sua destreza
Sem se lembrar que sou incapaz,
De me levantar ao cair;
De viver sem ferir.

No teu ciclo o ponto de partida é a Primavera.
Por onde passas, fazes nascer
Flores em formas de quimeras
Esbeltas ao adormecer.
Acordo sobre o efeito colossal
Do teu perfume que me capta de forma acidental

Sinto o teu remoto calor
Tão perto como se em mim alojasse o sol.
Criaste o Verão proclamador
De euforia cega a todo o tipo de farol,
com intenção de mais tarde ou mais cedo,
Embater-mos no mais ínfimo rochedo

É Outono, O tempo escurece
Enquanto o calor se condensa em ar gélido
Mortífero que enfraquece.
Tudo se torna tão pálido,
A felicidade foi efémera ,
Tudo adormecera.

O ponto de chegada está próximo,
Ouve-se o uivo do Inverno
Que te é tão legitimo
No céu ou no inferno.
Eis o impulso final,
De uma corrida mortal.

Parei. Do outro lado da meta,
Deslumbrava a cor antagónica
Á do Inverno. Porem a agulheta
Não apontava para norte nessa noite caótica
Não entrei de novo nesse ciclo vicioso
Porque hoje sou mais que ambicioso

“passei apenas ao lado e ri-me. Obrigado por me fazeres rir :P”



By: Ricardo O.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Tempo

O tempo faz parecer tudo incerto.
Mesmo nas certezas mais profundas,
Que se mascaram em abismos desertos
De sombras obscenas imundas,
Que se encarregam de accionar o teu esquema
Tornando as horas em segundos,
Incapazes de se relatarem num poema
Repleto de versos moribundos.
O desejo de viver o presente
Escapa-me entre os dedos
Porque o tempo é omnisciente,
Ele conhece todos os meus medos…
Avanças quando menos quero
E recuas quando menos espero,
Não dás tempo ao teu próprio tempo para despedidas
De memórias que não ficarão esquecidas

By: ricardo.o

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Teatro do teu olhar

Era de noite. Apesar de ser de noite a escuridão não era total. Vaguei por todos os cantos que naquela noite quis, como sempre o fizera. Percorri uma estrada, virei numa esquina sempre (in) consciente que me encontrava seguro… o que me haveria de correr mal? Não houve momento algum em que eu tivesse sequer mentalizado esta pergunta tão simples. Seria diferente se o tivesse feito? Não sei, o certo é que o impensável aconteceu e foi então que o eclipse lunar retirou o guia que me guiava pelas ruas, tornando cada passo mais distante de casa. Estaria perdido nas ruas que tão bem conhecia? Não. Já me encontrava perdido interiormente mesmo antes de me perder fisicamente. Nessa noite optaste pela rua oposta àquela que sempre (supostamente) sonhámos em caminhar, pensei em fugir como tu. Não o fiz…Optei por ficar á chuva na minha, e já não nossa rua , enquanto te tornavas cada vez mais distante e a dor cada vez mais próxima. Confesso que a raiva tomou posse de mim testando a minha própria capacidade de auto-contenção, levando ao limite a resistência do meu coração. Lentamente fui e vou resistindo, por mais que a dor seja não te culpo por nada do que me fizeste (as vezes por estupidez minha ainda o faça) porque o único maligno deste crime fui eu ao acreditar no teatro do teu olhar…



By: Ricardo.o